
sábado, 6 de novembro de 2010
As mordidas na Creche

O primeiro contacto da criança com o mundo é através da via oral. A criança leva à boca tudo o que encontra, para morder. É assim que os bebés identificam os objectos, experimentando a sua textura, forma, tamanho e peso. As mordidas ocorrem com frequência na creche, e são muitas vezes um problema difícil de contornar em crianças de um a três anos. A mordida entre crianças dessa idade, nem sempre provém de um intento agressivo. Ela, pode morder outra criança, como uma forma de exploração ou pelo simples prazer de observar a reacção de susto da outra. Pode também usá-la, como uma forma de comunicar. Sem saber expressar-se verbalmente, algumas crianças no momento da disputa de brinquedos ou objectos mostram-se explosivas e arranham, empurram ou mordem. Outras choram, atiram-se ao chão ou puxam cabelos, tudo para demonstrar que estão descontentes com alguma situação. Os pais das crianças com este tipo de comportamento, devem evitar fingir morder como forma de brincadeira ou expressão de carinho. Os filhos imitam a brincadeira, porque é agradável, com os amigos da creche. Porém, eles não sabem fingir a mordida e magoam-nos.
Vale lembrar que somos todos inocentes. Tanto a criança que agride através da mordida, quanto à criança que é agredida. Tanto os pais que ficam angustiados e defendem os seus filhos, quanto à escola que se depara com a situação e que se sente completamente impotente.
A situação da mordida, deve ser tratada com tranquilidade, esclarecendo a criança sobre a dor provocada por esta. É importante saber que as mordidas deixarão de existir quando a linguagem estiver desenvolvida, a partir dos dois anos. Cada criança é diferente da outra, e vive uma realidade distinta, que precisa ser analisada em conjunto pelos pais e educadores. A principal resposta para tal circunstância é dar atenção, carinho e amor à criança, pois a sua vida futura e o seu crescimento depende disso.
A importância do brincar

É a velha história do menino a quem mostraram uma dezena de brinquedos, cada um mais fantástico do que o outro, e escolheu uma velha fisga que estava em cima da uma mesa.
A maneira como os pais reagem às brincadeiras está intimamente ligada ao prazer que as crianças retiram delas. Se estes transmitem ao filho a ideia de que brincar é pouco importante, ela não poderá divertir-se em pleno.
Não se preocupe com aquele quarto eternamente desarrumado com puzzles, cubos e blocos de todas as cores é um verdadeiro passaporte para que o seu filho venha a estar entre os primeiros da turma, pois estes brinquedos para montar estimulam a criatividade da criança.
Os especialistas sugerem que os pais ofereçam aos filhos a maior quantidade possível de brinquedos de montar que se possam transformar em inúmeras coisas, em vez de outros que sejam aquilo que está à vista e nada mais.
Os brinquedos com funções muito limitadas, além de pouco apelativos, despertam o interesse das crianças durante muito menos tempo.
Uma caixa cheia de areia, uma bisnaga, material para pintar e papel, plasticina e roupas velhas com que possam inventar máscaras criativas estimulam a imaginação de forma excelente e são muito mais baratos.
Um adulto que encoraja uma criança a brincar deve dar-lhe ideias e ajudá-la a pô-las em prática, mas deve deixá-la adaptar as brincadeiras à sua maneira e dar-lhes o seu cunho pessoal.
Se sugerir uma brincadeira ao seu filho, não tente impor-lhe a sua vontade, dizendo-lhe que era mais giro se ele fizesse assim ou assado, ou chegando ao cúmulo de ser você a fazer tudo sozinha. Ele terá muito mais orgulho nos biscoitos defeituosos ou na torre em equilíbrio precário que fez com as próprias mãos do que uma grande obra de arte, toda perfeitinha, feita por si.
Para além disso, só dando à sua imaginação e vontade a criança pode desenvolver a sua curiosidade natural e autoconfiança. Deixe que ela assuma as rédeas da brincadeira e que lhe peça ajuda quando, e se, preciso.
Em suma, é importante brincar: sozinho, com amigos, com irmãos, com bolas, livros ou barbies. Não e preciso gastar muito dinheiro nem puxar demasiado pela imaginação para garantir aos seus filhos horas de divertimento puro. E não se esqueça que, ao brincar, eles também estão a aprender...
Bibliografia: In Revista " Activa Filhos ", Ana Cáceres Monteiro, n.º 1, 2000, edição especial.
A maneira como os pais reagem às brincadeiras está intimamente ligada ao prazer que as crianças retiram delas. Se estes transmitem ao filho a ideia de que brincar é pouco importante, ela não poderá divertir-se em pleno.
Não se preocupe com aquele quarto eternamente desarrumado com puzzles, cubos e blocos de todas as cores é um verdadeiro passaporte para que o seu filho venha a estar entre os primeiros da turma, pois estes brinquedos para montar estimulam a criatividade da criança.
Os especialistas sugerem que os pais ofereçam aos filhos a maior quantidade possível de brinquedos de montar que se possam transformar em inúmeras coisas, em vez de outros que sejam aquilo que está à vista e nada mais.
Os brinquedos com funções muito limitadas, além de pouco apelativos, despertam o interesse das crianças durante muito menos tempo.
Uma caixa cheia de areia, uma bisnaga, material para pintar e papel, plasticina e roupas velhas com que possam inventar máscaras criativas estimulam a imaginação de forma excelente e são muito mais baratos.
Um adulto que encoraja uma criança a brincar deve dar-lhe ideias e ajudá-la a pô-las em prática, mas deve deixá-la adaptar as brincadeiras à sua maneira e dar-lhes o seu cunho pessoal.
Se sugerir uma brincadeira ao seu filho, não tente impor-lhe a sua vontade, dizendo-lhe que era mais giro se ele fizesse assim ou assado, ou chegando ao cúmulo de ser você a fazer tudo sozinha. Ele terá muito mais orgulho nos biscoitos defeituosos ou na torre em equilíbrio precário que fez com as próprias mãos do que uma grande obra de arte, toda perfeitinha, feita por si.
Para além disso, só dando à sua imaginação e vontade a criança pode desenvolver a sua curiosidade natural e autoconfiança. Deixe que ela assuma as rédeas da brincadeira e que lhe peça ajuda quando, e se, preciso.
Em suma, é importante brincar: sozinho, com amigos, com irmãos, com bolas, livros ou barbies. Não e preciso gastar muito dinheiro nem puxar demasiado pela imaginação para garantir aos seus filhos horas de divertimento puro. E não se esqueça que, ao brincar, eles também estão a aprender...
Bibliografia: In Revista " Activa Filhos ", Ana Cáceres Monteiro, n.º 1, 2000, edição especial.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
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